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Já conhece os Planos de Comunicação da Norporgest?

A Norporgest elabora Planos de Comunicação: diagnóstico, objetivos, públicos, mensagens-chave, canais, calendário, orçamento e indicadores…

Já conhece os Planos de Comunicação da Norporgest?

A Norporgest passou a elaborar Planos de Comunicação. É um documento que responde às perguntas todas antes de a empresa gastar dinheiro em comunicação: o que quer alcançar, com quem vai falar, o que vai dizer, por onde, quando e com que orçamento.

Comunicar sem plano é gastar sem critério

A maior parte das empresas comunica. Poucas comunicam com um plano por trás.

O padrão é conhecido. Publica-se nas redes sociais porque é preciso estar lá, faz-se um anúncio porque apareceu uma oportunidade, manda-se fazer um folheto porque se aproxima uma feira. Cada uma dessas coisas pode estar bem feita. O problema é que, juntas, não constroem nada e não deixam forma de saber o que resultou. No fim do ano, ninguém consegue justificar o dinheiro que foi gasto.

Um plano resolve isto porque obriga a decidir antes de gastar.

O que o plano responde

1- Onde estamos hoje

Quanto é que o mercado conhece a empresa, que presença tem na internet, que materiais já existem e se todos dizem a mesma coisa. Vemos também o que andam a fazer os concorrentes diretos.

2 - Onde queremos chegar

O que a empresa quer alcançar, com números e com prazo. Dar-se a conhecer, receber mais pedidos de contacto, entrar num mercado novo ou atrair melhores candidatos são objetivos diferentes e não se atingem da mesma maneira.

3 - Com quem vamos falar

Quem são as pessoas que decidem a compra, o que as preocupa e como decidem. Quando se vende a outras empresas, quase nunca decide uma pessoa só, e o plano tem de contar com isso.

4 - O que vamos dizer

O que a empresa diz sobre si própria e como o diz, para que o site, as redes sociais, os materiais comerciais e o discurso dos comerciais digam todos o mesmo.

5 - Por onde e quando

Que meios usar para cada objetivo, com que frequência e com que orçamento, organizados num calendário de ações para o ano. Nem todos os meios servem para tudo, e o plano assume essas escolhas em vez de as deixar ao acaso.

6 - Como sabemos se está a resultar

Que números vamos olhar e de quanto em quanto tempo se revê o plano.

O plano fica a pertencer à empresa

O plano é um trabalho fechado em si mesmo. Depois de entregue, a empresa pode pô-lo em prática com a sua equipa, com uma agência ou connosco, sem ficar presa a nada.

Isto é intencional. Um plano de comunicação deve servir os interesses da empresa e não os de quem o vai executar.

Quando faz mais sentido

  • Antes de aumentar o investimento em marketing, para que o dinheiro a mais tenha destino certo.
  • Quando a empresa começa a vender lá fora e precisa de comunicar em mercados onde as regras, os canais e a concorrência são outros. Nesses casos, o plano pode ainda ser peça útil numa candidatura a apoios à promoção internacional, conforme o aviso em vigor.
  • Em fases de mudança, como uma imagem nova, uma linha de negócio nova ou a entrada de uma nova geração na gestão.
  • Quando já se comunica há anos e nunca ninguém parou para avaliar o que está a funcionar e o que só está a dar despesa.

Como avançar

Começamos com uma reunião de diagnóstico, sem compromisso, para perceber o ponto de partida e o tamanho do plano que a empresa precisa. O trabalho é feito com a gestão, com pontos de validação pelo meio, e não entregue no fim como uma surpresa.

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